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Aspectos da cibercultura no cotidiano e sua influência em 6 cenários

Aspectos da cibercultura no cotidiano e sua influência em 6 cenários

Se você ainda tem dúvidas e não sabe definir exatamente o que é cibercultura, este artigo vai esclarecer muitos pontos acerca desse movimento. 

Sua importância é tão grande que vários cenários sociais já sentem seu impacto, assim como a maioria de nossos hábitos. 

A dependência digital, o uso assíduo de redes sociais e até o ensino a distância são parte da cibercultura, com tendências que alcançarão patamares ainda maiores futuramente.

É justamente por esses e demais contextos que esse tema está presente em muitos estudos, pesquisas, teses e cursos online específicos, afinal, é de interesse geral entender todos os seus conceitos – e crucial para atuantes na área de comunicação, sociologia, informática e tecnologia.

A cibercultura no cotidiano

Viver sem tecnologia é bem difícil. Ficar sem internet, então, é desesperador para muitas pessoas, pois diversas atividades são realizadas rapidamente e eficientemente por meio dos aparelhos e aplicativos digitais. 

Somente estes exemplos já levam a reflexões sobre a cibercultura no cotidiano, ou seja, nossos costumes estão se adaptando cada vez mais ao universo cibernético e tudo que integra o ciberespaço. Mas, o que seria isso?

A cibernética está relacionada aos sistemas reguladores e à comunicação por meio do controle dos seres vivos, das máquinas e dos grupos sociais. A tecnologia atua basicamente nesse contexto, unindo vários desses parâmetros em sistemas uniformes, criando até uma nova dimensão quando se trata de tempo-espaço.

A configuração cibernética voltada à cibercultura cria um espaço em que o físico e o virtual coexistem, ou seja, todas as tendências digitais e seus recursos provenientes do ciberespaço começam a fazer parte da realidade humana de forma latente – como parte, segundo alguns autores, da própria evolução do conhecimento.

Já o termo ciberespaço surgiu a partir da obra “Neuromancer”, de William Gibson, em 1984. Trata-se de um espaço totalmente virtual e controlado, em que tudo está conectado a uma rede mundial e todas as ações são sistematizadas. 

Segundo Pierre Lévy, trata-se de um cenário totalmente “desterritorializado”, no qual é possível estar em todos os lugares ao mesmo tempo e sem barreiras, para esse enlace entre múltiplas pessoas, aplicativos e plataformas.

Esse “aniquilamento das distâncias”, ou seja, a conexão imediata entre pessoas de lugares diferentes e distantes, é uma das principais características do ciberespaço e um dos pontos que define a cibercultura no cotidiano. 

Definitivamente, podemos interagir com pessoas de todos os locais do mundo com apenas alguns comandos. Além disso, a agilidade nessa comunicação também impressiona, o que eleva o sentido de rapidez para muitos hábitos cotidianos, assim como a necessidade estar conectado constantemente.

A formação de comunidades digitais e a ascensão dos conceitos de sociedade em rede e aldeia global – teoria de filósofos como Manuel Castells e Marshall McLuhan, respectivamente -, também são quesitos que definem o advento da cibercultura. 

Esse movimento afeta uma série de campos do conhecimento: arte, música, educação, política, etc. Conforme os avanços cibernéticos, métodos tradicionais e muitos fatores culturais vão se moldando e até se perdendo frente às inovações. Você pode perceber isso ao analisar seus próprios costumes de anos passados comparados com os de agora.

Parece até assustador imaginar o quanto estamos inseridos nessa tecnocultura que não para de crescer. Muitos campos estão mudando e a sociedade tenta acompanhar os processos de modo que não fique para trás. 

Para ter uma ideia mais abrangente, veja como é a influência da cibercultura em alguns ramos distintos – e aproveite para fortalecer seus estudos com bons cursos online correlatos.

Narrativas digitais e multiculturalismo

A representação do conhecimento e a estética de muitas narrativas voltadas ao aprendizado e à aquisição de novas informações sofreram um impacto enorme com as ferramentas digitais. Se antes apenas os recursos da escrita e da oralidade imperavam, hoje em dia temos à disposição uma porção de alternativas para dinamizar essas ações.

As TICs (tecnologias de informação e comunicação) possibilitaram uma convergência total entre os meios que eram usados separadamente. Hoje em dia, você aprende utilizando um dispositivo único, compacto e portátil: o smartphone. 

O que mais surpreende é que essa evolução foi tão rápida que mal podemos acompanhá-la – os iPhones, por exemplo, são atualizados constantemente e recebem uma série de novidades impressionantes num curtíssimo período de tempo.

Aplicada às narrativas textuais escritas ou faladas, a cibercultura permite que múltiplas linguagens ajudem no aprendizado de modo paralelo. 

A quantidade de dados acessados e as inúmeras descobertas garante que infinitos assuntos sejam desvendados, o que leva até a um sentido de multiculturalismo de informações. Além disso, a democratização da informação e comunicação contribui para a pluralidade de ideias e até a criação de novas tendências que se espalham rapidamente.

Assuntos que até então eram divulgados por uma única mídia – como o jornal, por exemplo – passaram a ser expostas em diversos veículos, no meio digital, o que leva ao alcance de bilhões de indivíduos, que podem explanar seus pontos de vista sobre tudo que leem e consomem. Pode ser bom ou conflituoso dependendo da análise, por isso são aplicados muitos estudos acerca dessa tendência.

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