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Entenda o comportamento do mercado imobiliário na crise e saiba o que esperar do futuro

Entenda o comportamento do mercado imobiliário na crise e saiba o que esperar do futuro

Na esteira do resto do mundo, a economia brasileira foi duramente atingida quando, em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a caracterizar o novo coronavírus como pandemia. No entanto, enquanto vários setores sofreram perdas avassaladoras, chamou bastante atenção o comportamento do mercado imobiliário na crise.

Apesar de um começo de ano vacilante, o setor de imóveis começou a se recuperar no segundo trimestre, justamente quando o PIB registrou queda histórica de 9,7%. Mas como foi possível ir na contramão do restante da economia nacional?

Você encontrará as respostas para essa pergunta nesse post. Além disso, após entender o real impacto no setor imobiliário do coronavírus, conhecerá os efeitos nos hábitos de moradia dos brasileiros e nas formas de comprar e vender imóveis no país. 

Pronto para saber como será o mercado imobiliário pós-covid? Boa leitura!

Como está se comportando o mercado imobiliário na crise do coronavírus?

Com a chegada da pandemia, o primeiro impacto no setor imobiliário não foi nada animador. Como consequência das medidas de isolamento social, os lançamentos de novos empreendimentos foram adiados e as vendas registraram uma forte baixa.

No entanto, o cenário mudou graças a uma conjunção de fatores, como taxas de juros baixas, demanda por imóveis maiores e mudanças de hábitos da população. Hoje, passados mais de seis meses de pandemia, já é possível dizer que mercado imobiliário vive um ótimo momento.

Os números não mentem. Enquanto o balanço mensal da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) indicou aumento de 58% nas vendas de novas unidades habitacionais em julho, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) informou que os financiamentos imobiliários cresceram 74,4% em agosto.

De fato, segundo um relatório do Bank of America, o setor deve iniciar uma forte retomada no terceiro trimestre, com vendas recordes. E o melhor é que os especialistas acreditam que esse momento de recuperação vai perdurar ainda por alguns anos.

Como será o mercado imobiliário pós-covid?

Como vimos no tópico acima, a hora de comprar imóvel é agora. Quem tinha uma boa reserva de dinheiro e não teve a renda comprometida pelos efeitos pandemia está diante de uma ótima oportunidade, seja para encontrar um novo lar ou para investir e faturar com a locação.

No entanto, para fazer um bom negócio, é fundamental estar conectado às novas tendências do mercado imobiliário. Afinal de contas, a pandemia mudou a relação dos brasileiros com suas casas e até mesmo a mecânica de compra, venda e financiamento de imóvel.

Confira abaixo algumas das principais características do mercado imobiliário pós-covid:

Taxas mais acessíveis

Os juros salgados e o longo prazo do endividamento sempre foram uma dor de cabeça para quem pensava em pedir empréstimo para comprar imóvel. Mas agora, com a taxa básica de juros Selic em seu menor patamar histórico (2% ao ano), bancos e startups de empréstimo já oferecem melhores condições de financiamento.

Para se ter uma idéia das novas opções de crédito disponíveis no mercado, confira as novidades anunciadas pela Caixa Econômica Federal em outubro:
 

  • Redução da taxa de juros mais baixa de 6,5% + TR (Taxa Referencial, hoje zerada) para 6,25% + TR, enquanto a mais alta caiu de 8,5% + TR para 8% + TR.
  • Os clientes com financiamento já contratado poderão pagar 50% da mensalidade por três meses, ou de 50% a 75% por até seis meses, dependendo do perfil.
  • Carência de seis meses para início dos pagamentos em novos financiamentos da casa própria.

Após esse anúncio da Caixa, certamente a concorrência não vai querer ficar para trás e as demais instituições financeiras também devem reduzir suas taxas, tornando-as mais acessíveis para os clientes.

Imóveis voltaram a ser investimentos atrativos e seguros

O fato de a Selic estar um dos níveis mais baixos da história indica também que esse é um bom momento para investir em imóveis. No atual cenário econômico, o dinheiro está rendendo pouco na poupança e os investimentos em títulos públicos e renda fixa também perderam valor. 

Além disso, por conta dos efeitos da pandemia, muitas empresas estão falindo ou perdendo faturamento. Ou seja, esse é um momento arriscado para investimentos na bolsa de valores e a compra de um imóvel pode ser a melhor forma de preservar o dinheiro e garantir a rentabilidade.

Menor procura por imóveis comerciais e valorização dos residenciais

Uma das tendências dos últimos meses foi o fato de as empresas terem que se adaptar para permitir o trabalho remoto durante a pandemia. Quem conseguir bons resultados durante esse período pode implementar a prática de maneira permanente, abdicando da necessidade de manter um escritório.

Com isso, é natural que haja uma diminuição no valor de imóveis comerciais. Por outro lado, as locações residenciais se tornarão melhores oportunidades para investimentos.

Aumento na procura de imóveis espaçosos

Se antes o normal era passar muito tempo fora de casa, a pandemia forçou as pessoas a ficarem reclusas, convivendo mais com a família ou outros moradores. Segundo pesquisa da consultoria Brain, a intensificação dessa convivência levou os compradores a valorizar imóveis com mais espaço e conforto

De acordo com o levantamento, realizado em junho com 1700 consumidores, 10% das pessoas que antes procuravam apartamento passaram a buscar uma casa. Além disso, outros 20% responderam que as medidas de isolamento impostas pelo coronavírus interferiu na quantidade de cômodos.

Fuga dos grandes centros

Outro estudo da Brain, que entrevistou 128 pessoas em oito capitais brasileiras, indica ainda que 14% das pessoas consultadas estão procurando terrenos fora das grandes cidades.Nada mais natural, uma vez que sair dos centros urbanos é uma das formas mais eficazes de evitar aglomerações.

Dessa forma, os imóveis no interior serão usados não mais apenas como segunda casa, mas também como residências fixas. Afinal de contas, a expectativas é que cada vez mais pessoas trabalhem remotamente e se adequem a novos hábitos, como, por exemplo, fazer supermercado online.

Ressignificação dos espaços da casa

Com mais pessoas em home office, a tendência é que os espaços sejam ressignificados para acolher cada momento, de trabalhar e estudar até dormir e relaxar. Daí surge a necessidade de um ambiente que ajude a separar essas atividades, como imóveis com escritório ou mesmo um recuo na sala ou bancada próxima à janela.

Outro cômodo valorizado em tempos de pandemia é a cozinha. Sem a possibilidade de sair para comer e tendo que fazer a hora de almoço em casa, as pessoas começaram a passar mais tempo no cômodo, que se tornou também um ambiente de socialização. Por isso, cozinhas amplas e bem equipadas ganharão força no pós-pandemia.

Transações 100% digitais

Com a diminuição dos contatos presenciais, a transação 100% online de imóveis ganhou força e parece ter vindo para ficar. Nesse novo cenário, empresas como a Kzas ganham destaque por oferecer tudo o que é necessário para quem quer comprar um imóvel sem sair de casa.

A partir de agora, ninguém mais vai precisar bater perna para buscar um apartamento ou pedir financiamento em bancos. Tudo será feito pela tela do computador. E, além da comodidade, as empresas digitais do setor imobiliário prometem desburocratizar processos e reduzir o tempo da negociação.

Após ler esse post, você também já consegue enxergar oportunidades no mercado imobiliário na crise do coronavírus? Então compartilhe as boas novas com seus amigos e deixe seu comentário logo abaixo.

Esse post foi escrito pela Kzas – plataforma que transforma a venda, compra e financiamento de imóvel em algo mais simples e digital – a convite do Super Atualizado.

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