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Conheça vantagens de aplicar a liderança situacional na sua empresa

Conheça vantagens de aplicar a liderança situacional na sua empresa

O que você sabe sobre as vantagens da liderança situacional?

O termo diz respeito à noção de que o melhor líder é aquele que consegue adaptar seu comportamento e ação, agindo de maneira a respeitar as características de cada situação.

Na prática, a liderança situacional vai na contramão da ideia de que existe um perfil único de líder a ser cultivado. Para muitos especialistas, o ideal é que se compreenda que existem estilos de liderança, os quais podem ser mais adequados para determinadas empresas e colaboradores específicos.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre o conceito, enumerando os seus benefícios. Confira.

Liderança situacional: como aplicar?

Trata-se, é claro, de um desafio. Não existe modelo pronto: as melhores atitudes advêm de intensa observação do ambiente de trabalho, conhecimento da equipe e compreensão de ferramentas que podem ser úteis para a integração entre colaboradores, para a diminuição de atritos e para o aumento da motivação individual e coletiva.

Em pleno século XXI, no meio da quarta revolução industrial, não é possível atuar de maneira arcaica: os tempos, cada vez mais tecnológicos e rápidos, exigem comunicação veloz, mas respeitosa, e a percepção de que o material humano não pode ser substituído pelo maquinário sem perdas inestimáveis.

A atual liderança deve cultivar o contato humano, que tanto tem sido tolhido pela inteligência artificial e seus desdobramentos, mas manter o diálogo claro, direcionado e efetivo. Para além disso, deve compreender as modificações do mercado de trabalho e os novos perfis de profissionais.

Cultivar o gosto e o respeito pela pluralidade, enfim, é obrigação de qualquer bom líder. A sociedade muda o tempo inteiro; acompanhá-la é fundamental.

Estilos básicos de liderança situacional

Segundo Hersey e Blanchard, grandes teóricos da questão, a adaptação é natural: quando passamos por uma situação dramática, difícil, a tendência é que nos comportemos de maneira a solucioná-la ou enfrentá-la. Não agiríamos da mesma forma se estivéssemos em outro local, como um happy hour, por exemplo.

O que difere um líder de uma pessoa que age de acordo com a situação é que o líder tem consciência e percepção da mudança necessária para cada momento.

Ele identifica depressa os agentes daquela circunstância, percebe o que precisa fazer e age rapidamente, mas com firmeza. Desta forma, domina os ambientes e, geralmente, os resultados.

Para os autores já citados, existem quatro estilos básicos de líderes situacionais. São eles:

  • Direcionador: como o nome sugere, trata-se de um tipo de líder que atua de forma mais prática, dizendo aos colaboradores e membros da sua equipe o que é preciso fazer;
  • Orientador: embora ainda atue como mentor e dê a palavra final, o líder orientador abre espaço para o debate, para a troca de informações e para as opiniões de caráter profissional;
  • Apoiador: tipo de profissional que integra a equipe ao processo decisório, fazendo com que os colaboradores se responsabilizem e se reconheçam como parte da decisão;
  • Delegador: por fim, o líder delegador tende a ter menos controle sobre o processo de tomada de decisão, permitindo que os colaboradores tenham mais liberdade criativa e, portanto, mais responsabilidades.

Como já comentamos, a escolha do comportamento varia de acordo com a equipe, com o local de trabalho, com os prazos, com as circunstâncias que se apresentam.

Quais são as vantagens da adoção desse modelo de gestão?

A primeira vantagem está no aumento da produtividade e dos resultados.

Por exemplo: quando o líder age de maneira a tornar o ambiente mais favorável para a troca criativa, por ter percebido que essa é a atitude que mais dialoga com os seus subordinados e que pode atuar para agilizar ou otimizar o serviço em curso, ele estimula a motivação, a entrega ao trabalho ou, literalmente, a paixão pelo que se faz.

Ao notar que os trabalhadores estão dispersos e que têm perdido o foco, por sua vez, o líder pode cunhar um caminho e ser seguido e, então, delegar funções e obrigações a serem cumpridas dentro de um determinado tempo.

A segunda vantagem da liderança situacional está no desenvolvimento dos profissionais de forma individual e coletiva. Vamos por partes.

Antes de liderar, o líder foi um subordinado. Para ser um bom gestor, ele deve ter em mente todos os momentos em que sentiu que outros líderes não fizeram um bom trabalho, assim como as atitudes que o marcaram positivamente.

Não existe ser líder sem ter estado “do outro lado”. Assim, quando uma pessoa de maior cargo age de forma compreensiva, inteligente e eficaz, ela não apenas está se desenvolvendo, mas permitindo que outras pessoas, ao observá-la, sintam-se inspiradas e capacitadas para agir quando for a hora.

Por fim, uma boa liderança situacional pode agir de maneira a minimizar o impacto de crises financeiras ou similares. Em momentos mais complexos, cabe ao gestor agir de forma transparente, conduzindo a sua equipe e permitindo que ela mantenha-se sóbria, calma e continue a ter os resultados esperados.

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